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quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Blood on the dance floor...


BASTARDS!!!


Deve ser ironia cósmica ou vai ver coincidências realmente existem.

( Se lembra Davide? Como quando você era moleque e pediu em prece para que DEUS matasse os MAMONAS ASSASINAS? Você ainda acreditava nele naquela epóca... Qual Mãe Diná que nada... E quando sua alteza Pedro Luiz , 4o herdeiro na linha de sucessão da Família Real Brasileira MORREU no acidente do avião da Air France no DIA SEGUINTE à aquela sua rápida pesquisa no Google sobre monarquistas no Brasil contemporâneo para os alunos do 3o ano do Ensino Médio?! Se lembra Davide?! Você chutou macumba Davide!)

"Kizzy Ysatis"; o escritor Cristiano Marinho, a quem eu entrevistei a um post a trás, não sofreu um acidente de avião, mas foi agredido de maneira hedionda por um grupo de brutamontes carniceiros que trabalhavam como seguranças na boate "A Loca" na grande São Paulo. Agredido junto a sua amiga a diretora e escritora Liz Vamp que sofreu apenas algumas escoriações (que cá entre nós, embora não escreva a melhor literatura do mundo é uma pusta de uma boa pessoa como atesta aquela super-criativa campanha de doação de sangue...)

Fiquei sabendo de tudo no dia seguinte ao ocorrido mesmo (isso foi 5 de Setembro) através do MSN messenger por um amigo meu que leu a entrevista enquanto conferia o layout novo com cara de DIY do Falagrilo. Ele me disse que acabava de ler que um tal de escritor chamado Cristiano Marinho havia sido espancado junto com a Filha do Zé do Caixão. Ele queria saber se era o mesmo da entrevista. Era.

(ah a ao que aprece a tal Liz "Vamp" Marins é filha de nada menos, nada mais que José Mojica Marins. O Zé do Caixão. Coffin Joe. Mestre do horror tupiniquim! Só tinha VIP no meio dessa galera! Será que esse povo não me chama a próxima vez que for sair?!)

No seu blog Kizzy diz que infelizmente agressões como essas podem ser uma prática comum em muitas boates.

Ao contrário do que afirmou Eric Novello não me surpreende, nem acho que o Kizzy deveria se ofender, com pessoas ou mesmo e fãs que por algum momento tenham se perguntado se ele não fez alguma coisa para motivar a agressão.

Afinal seria RACIONAL se houvesse motivação por trás das ações dos seguranças. Mas nesse caso é lícito pensar que racional não é bem lá o termo pra uma barbárie como essa...

O que foi alegado é que Ysatis teria tentado sair sem pagar, e que uma comanda foi encontrada no chão, e que além de tudo ele estava bêbado. Os seguranças teriam apenas revidado uma agressão que partiu dele.

OK. Vamos lá. Plot holes! O cara tem grana (ou pelo menos tá meior que nóis tudo...), tinha amigos presentes com grana, não ia criar caso por causa de mixaria. E mesmo que tivesse sido alguma gracinha da parte dele (completamente out-of-character, diga-se de passagem), teria ao menos "tentado" acredito solucionar tudo de maneira diplomática. Lógico que tinha álcool passeando no cérebro dele ! Quem sai de uma boate sem tomar umas e outras? Isso não quer dizer nada.

Mas vá lá. Vamos desligar o cérebro por um minuto. Mesmo que Kizzy tivesse "surtado" e tentado pulverizar um dos guardas com uma exibição do seu poderoso kung fu vampírico. Pela lei a LEGÍTIMA DEFESA requer PROPORCIONALIDADE. Você não pode degolar alguém que te agrediu com um tapa e alegar "foi legítima defesa!". Os seguranças da boate não devem ter se danificado muito, ou as reportagens teriam mencionado. Já o nosso amigo escritor tem fraturas no crânio e santa maionese batman.... é... só olhar as fotos....

No fim das contas se houve razões por parte dos calhordas, devem mesmo é ter sido razões financeiras e talvez uma infância triste. Não me comovem. Não sei se existe precedente legal para condená-los por "tentativa de homicídio" como se está tentando, mas espero do fundo dos infernos que consigam, pois seria mais do que merecido.

Espero que Kizzy se recupere e que algum dia a merda do Estado brasileiro não dependa de campanhas na internet ou mobilizações para cumprir o seu papel com agilidade. Se coisas como essas acontecem à alguém que tenha um nome no mínimo relevante que se dirá com nós outros foolish mortals...

No mais quero pedir desculpas se minhas falhas tentativas de humor não foram bem vindas. Sabe como é.


É que eu sou o palhaço, o coringa, o palhaço, o joker.... o bobo... eu sou o palhaço...

quarta-feira, 29 de julho de 2009

E mais uma vez Cinema...



A MALDIÇÃO DA CINEFILIA.

Já disse que não sonho nem nunca sonhei em ser Cineasta, mas a minha paixão pelo cinema me persegue.

Dos dias 15 a 19 de Julho aconteceu em Cambuquira a 5a MOSCA.

Fui mais uma vez arrastado para dias corridos de oficinas de realização audiovisual, maratonas de curta- metragens (ou nem tanto, perdi algumas sessões) , divagações solitárias e resmungos sobre o atendimento no café do evento regadas a irish coffe + petiscos de queijo e noites memoráveis na companhia de bons amigos e amigas em nossos devaneios pós-modernos na madrugada da pequena urbe. Infelizmente não pude ficar para o último dia.

Mais detalhes em vindouros posts.


Do dia 19 ao dia 25 de Julho aconteceu em Belo Horizonte as oficinas do Cine + Cultura de capacitação cineclubista organizada pelo Ministério da Cultura.

Tive a sorte de ser indicado para participar e a a oportunidade de ficar quase uma semana inteira hospedado no Bristol Merit Hotel, em mais e mais maratonas de aulas e filmes, conhecendo pessoas egressas de todos os cantos de Minas e do Centro Oeste, com direito a cama, café, almoço e janta. 0800. Tudo por conta.

(Não me levem a mal fiz bom uso da verba do estado. E toda a coisa me permitiu refletir sobre os prós, os contras, limites e critérios dessas "leis de incentivo".)

Mais detalhes em vindouros posts.

O resultado é que em breve seja possível trazer um Cineclube (Condensando para os leigos: Cinema de exibição de filmes do circuito nacional e/ou alternativo de entrada franca) para a população da nossa querida City of the Doomed.

Mais detalhes em vindouros posts.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Diatribes cinéfilas


+ DIATRIBES DO MUNDO CINÉFILO SUL-MINEIRO.

O curta “FICÇÃO” que eu e meus amigos vínhamos engendrando acabou após um exaustivo dia de gravação sendo cancelado. Entre outras razões para o cancelamento do nosso pet project a falta de agenda dos atores, e um deadline muito “apertado”.

Na verdade 1 mês seria um tempo generoso para um curta-metragem mas a nossa incompetência somada a prima-donnice do elenco acabou deixando tudo só no roteiro. Sou contra essa coisa de apressar as coisas (pelo menos dentro do nosso mundo amattore {não profissional}) só pra poder caber dentro do prazo de entrega.

Se for pra fazer algo corrido, melhor nem fazer.

De consolação (e ironicamente) acompanhamos desde o dia 8 de Maio a quarta feira da semana passada a excelente iniciativa do Cineclube da MOSCA, organizado por Carlos Eduardo Magalhães de Aguiar.

Assisti feliz e gratuitamente filmes excelentes como o humanissímo “Viagem a Darjeeling” de Wes Anderson e o curioso e bisonho documentário brasileiro “O Beijoqueiro: Portrait of a Serial Kisser”. Os curtas-metragens também forma ótima fonte de reflexão e entretenimento, entre eles um dos meus curtas favoritos, o antológico (em versão digital ) “Ilha das Flores” de Jorge Furtado.

Ponto alto ainda pra exibição de uma versão com montagens e áudio atuais de “Testemunha Oculta” de Zé Pintor, um são carlense pioneiro, amador e amante do cinema que realizou na década de 60 fora de qualquer pólo de cinema nacional e película diversos médias envolvendo gêneros variados como o policial, o faroeste, alegorias espíritas e o Egito antigo (WTF?!).

Zé Pintor mostrou que somos todos mesmo um bando de inúteis, anões degenerados perto dos grandes gigantes do passado. Após de tudo fica o gostinho do curta próprio não realizado, mas reforçou minha opinião de que o hobby “fazer cinema” pra quem não quer vestir profissionalmente a camisa de diretor ou produção televisiva é só mais uma dor de cabeça.

O ponto fraco do Cineclube ficou pro datado, indigestíssimo e metido a Cinema Novo, “Tudo Bem” de Arnaldo Jabor.

Um dia talvez me animo de fazer um post só sobre esse filme. Mas não sei se vale a pena. =)

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Top 13 - Short Fiction


Inspirado por aquela seção de Revista (Superinteressante? Eu acho.) 5 Luxos e 1 Lixo resolvi fazer meu próprio top, de melhor short fiction: incluindo contos, crônicas e pastiches literários.

Tentei colocar meus favoritos e fugir um pouco dos “lugares comuns” (Não , admito que ainda não li Chekhov nem Guy de Maupssant.) Além disso deixei de fora coisas que realmente queria incluir como Edgar Alan Poe e sua excelente A Milésima Segunda Noite de Sherazade ou
Tolstói com seu conto De Quanta Terra Precisa um Homem? Ou seja excluí muita coisa que gosto. Mas muita coisa que detesto também.

Senhoras e Senhores eu lhes apresento

12 APOSTÓLOS...


1-
Os Escrivães – Dino Buzzati
Perfeito. Simples. O Número Um. Obrigatório para maiores de 60 anos e para todo graduando que já enfrentou ou está enfrentando uma Monografia...

2 – Frontal com Fanta - Jorge Furtado
Se você gostou de “O Homem que Copiava” ou “Ilha das Flores” vai gostar desse conto. Long live Post-Modernism.

3 – A Casa TomadaJulio Cortazar
Realismo fantástico na veia. Adoro os personagens e a insólita situação problema que eles vivem.
Sempre fiz uma leitura "social" desse conto , mas se eu estiver certo ela é também muito sutil.

4 – Ultimo Viene Il Corvo - Italo Calvino
+ Realismo Fantástico. Dessa vez ambientado durante a Segunda Guerra Mundial. Aprenda a ler italiano ou descole uma tradução.

5 – A Biblioteca de BabelJorge Luis Borges
Para aqueles que se consideram leitores fanáticos. Um metáfora do próprio universo.

6- Tlon, Uqbar, Orbis Tertius - Jorge Luis Borges
Para quem gosta de “O Pinky e o Cérebro”. Intelectuais conspiram satânicamente para transportar seu mundo ficcional para o nosso.

7- O Aleph- Jorge Luis Borges
Para aqueles que já quiseram ser oniscientes. Borges contempla o infinito, e se vinga!

8 – Como Viajar com um Salmão - Umberto Eco
Um relato real sobre as diatribes da informática, da globalização e da conserva de alimentos.

9 – Leaf by NiggleJ.R.R Tolkien
Esqueça elfos, anões e hobbits. Na minha opinião essa é a melhor coisa que o “professor” já escreveu.

10 – As Time Goes ByLuís Fernando Veríssimo
A melhor fan fiction de Casablanca. Mas também não conheço muitas...

11 – O NadadorJohn Cheever
Quem nunca teve o sonho de atravessar o bairro nadadando de piscina em piscina? Eu nunca.

12 – Como conversar com garotas em festas Neil Gaiman
Londres. Dois amigos. Era do Punk. Mulheres. Festas. Bebida. E Alienígenas!!! Precisa dizer mais alguma coisa?!

E 1 CRISTO!!!

1 – SIMFernando Ferric
Tive acesso a esse conto através de um amigo. Quem entende já percebeu que amo Realismo Fantástico, pitadas de Surrealismo, finais abertos, e mesmo aquela narrativa detetivesca. (toda metida a pulp). Mas ISSO eu considero um exercício ruim. Why? Por que apesar da situação "enigmática "o conto realmente não me diz absolutamente nada.

Perdão ao Ferric por usar de o texto dele de mau exemplo. Mas Jesus também foi injustiçado...

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Muito barulho por nada?


O FAZER CINEMA VS. O FAZER LITERATURA.


Bem vindo novamente, (hipotético leitor) ao GRILO FALANTE.


Andei ocupado esse mês com os sempre extenuantes deveres da vida de professor e resolvendo os dilemas que reserva o meu desconhecido futuro acadêmico – profissional.


Mas não foi só isso.


Nos últimos dias embarquei por puro diletantismo na gravação de FICÇÃO, um curta amador para ser exibido no MOSCA 5. O roteiro e o argumento são de minha parte, a adaptação bastante poética do conto “La Cosa de Umberto Eco. A produção, se é que se pode produzir um filme de 20R$ e muitos favores) e parte da direção também.


O trabalho de câmera ficou por conta do Marcelo Telles II e o figurino e material de cena e outras contribuições por conta do resto da nerdada. A edição e a dublagem permanecem uma incógnita até segunda ordem.


Enfrentamos vários problemas na gravação, especialmente com a organização (o já clássico aborrecimento da falta de comprometimento) e o cronograma. Ainda acho que a decisão de usar adultos feitos nos papéis principais foi a mais acertada e dá uma “seriedade” maior ao trabalho (mesmo o filme se tratando de uma comédia), mas sempre compromete as coisas pela falta de agenda já esperada para gravação e ensaios.


No fim, estava pensando outro dia, sempre acaba sendo aquela corrreria e muita dor de cabeça, em troca de algo sem dúvida divertido, mas um tanto efêmero.


TAÍ!


Cinema foi um troço que eu nunca quis mexer. Gostar de cinema, ver cinema, ir ao cinema (ou melhor ira ao DVD e a TV á cabo) e escrever e comentar sobre filmes em geral são coisas que adoro. Parte do meu dia-a-dia. Coisas sem as quais eu não conseguiria viver.


Mas se alguém me perguntar se eu já tive o sonho de ser um grande diretor, ou trabalhar nessa área fora de qualquer coisa que não seja roteiro (ou argumento) eu tô fora.


Arte por arte prefiro escrever.


O Cinema apesar de ter maior visibilidade continua sendo um veículo caro, e uma praia que exige muitos contatos e, sobretudo trabalho de equipe (ou um diretor – ator-produtor lunático e obsessivo com mão de ferro). Compensa o esforço? Compensa. Mas somente para aqueles que querem embarcar no hype do audiovisual e que o consideram seriamente a profissão.


Para aqueles como eu monges venenosos, monstros tímidos, Corcundas de Notre-Damme reclusos em suas torres e kitinetes, escrever é um hobby que acaba sendo algo muito mais individual, solitário e prazeroso.
Ainda por cima tem a vantagem de se ser um meio muito mais barato e um universo produtor de significados muitíssimo mais amplo.


Mas meu desapontamento com o fazer da sétima arte talvez não seja uma coisa tão ruim. Como disse Jorge Furtado esse é um tempo que conhece muito diretores, mas poucos autores.


E numa indústria onde o Cinema fica cada vez mais dependente e parasitário da Literatura (estou começando a sentir remorsos pelo roteiro adaptado) talvez essa última acabe sendo um desperdício de tempo um pouco mais nobre.


terça-feira, 7 de abril de 2009

Two minutes to midnight...


É AMANHÃ!


Qual não foi o meu espanto ao saber que não só o WATCHMEN (apesar das previsões pessimistas) vai realmente estrear no cineminha da cidade ao lado como também toda a nerdada se amimou de ir ver o filme amanhã, na sessão mais baratinha da quarta feira.

Must mesmo para aqueles que não leram a legendária mini-série em quadrinhos do satânico-escritor-from-hell-underground-britânico-barbudo Alan "Odeio Hollywood" Moore e do desenhista Dave Gibbons, Watchmen gerou muítissimo alarde entre os fãs por se tratar talvez de uma das adaptações mais difíceis a serem feitas na história do cinema.

Moore que teve o espírito de suas obras assassinadas em adaptações medíocres e pipoqueiras pelo cinema como Do Inferno, A Liga dos Cavalheiros Extraordinários e V de Vingança ( e eu concordo com ele) já pediu pra tirar seu nome dos créditos já avisou que se o filme for uma droga, ele se isenta de qualquer culpa. Na verdade creio que o velho louco se isenta do resto da humanidade mesmo.


O título em inglês é oriundo de uma frase em latim do poeta Juvenal, "Quis custodiet ipsos custodes?", ou : Quem vigia os vigilantes?

A premissa é ainda umas das mais interessantes: o que aconteceria se os super-heróis existissem na vida real? Como a frase latina sugere a resposta pode ser um pouco pessimista...

Impossível claro reproduzir o marco que a Graphic Novel ( Watchmen aliás ajudou a difundir esse termo e faturou mesmo alguns prêmios tradicionalmente destinados apenas a romances) foi no universo quadrinhistíco. O Watchmen original tem pelos menos três pontos de fundamental importância, e que são quase um consenso entre os críticos:

- Mostrou junto a outro quadrinhos "O Cavaleiro das Trevas" (o do Frank Miller), que as HQs não eram absolutamente restritas ao público infantil e adolescente e que também podiam ter apelo entre adultos.

- Desconstrói e faz uma revisão irônica daquela imagem do super-herói ainda bastante engessada e estereotipada dos anos 50 e questiona o próprio sentido das histórias de gênero.

- Trouxe experimentos de narrativas interessantíssimos e um universo riquíssimo apresentado de uma maneira inovadora.

A adaptação chega portanto em boa hora. Em um tempo sombrio ( e não me digam que uma década que iniciou com a guerra ao terrorismo e está fechando com crise econômica não pode ser chamada de sombria) onde o público de maneira geral já se acostumou com histórias mais polêmicas, chocantes ou violentas.


Um dos defeitos (se é que se pode chamar isso de defeito) dos quadrinhos originais era que justamente suas trocentas referências apelavam apenas para um tipo de público, o leitor e fã de histórias de super-herói.

Não haveria espaço portanto para Watchmen nos cinemas anos atrás, mas com a decisão das editoras Marvel e DC de levarem seus personagens para os cinemas, agora mesmo o público médio pode de certa maneira saboreá-las. Afinal agora existe algo para se desconstruir.


Acompanhado as peripécias do diretor Zack Snyder na industria do cinema cabe agora torcer, cruzar os dedos,esperarando que o filme retenha pelo menos um resquício de provocação da obra de Moore, conseguindo aprofundar um debate que de certa maneira já foi proposto por um outro filme, "O Cavaleiro das Trevas". ( o do Cristopher Nolan.)


domingo, 29 de março de 2009

Getting started...



UFA!

Bem vindos ao "
Grilo Falante
".

(Invente um título de blog mais "cool", melhor, mais coerente com minha proposta, e só depois venha me encher...)


Mais um ano. Mais uma tentativa de blog.

Odeio esses primeiros posts.

"Hello fuckers. Welcome to the jungle e et caetera, et caetera, et caetera..."

Há algum tempo me chamaram a atenção para a inviabilidade de postagens de textos longos na Internet.

Mas enfim se toda vez que eu criei um blog a intenção era divulgar meus textos (principalmente meus contos e crônicas), como poderia postar outra coisa?

Então caí na real e entendi que escrever na Internet segue regras diferentes do que escrever numa folha de caderno.


Assim vou tentar manter aqui um registro mais rápido e diário, e creio que vocês leitores (hipotéticos leitores) poderão acompanhar resenhas sobre livros, filmes, games e tudo que tranpsira no multiverso nerd e da cultura.

HURM. Que mais?

Algumas de minhas diatribes literárias, musicais e ( e como todo bom italiano pensante não poderia deixar de palpitar) ecônomicas, políticas, religiosas e filosóficas.

Só não esperem páginas cor-de-rosa do tipo "Hoje o meu dia foi...".

E lógico esperem também ver muita velharia, coisas escritas há milênios, e que vou postar aqui mais uma vez.

E textos longos.



Por que não?!